domingo, 26 de agosto de 2012

Anatel proibe a Oi de cobrar por ligacoes de orelhoes em 2.020 municipios

Decisão foi tomada por causa da má qualidade dos serviços
MÔNICA TAVARES - Publicado: 24/08/12 - 13h56

BRASÍLIA — A Oi está impedida de cobrar as ligações locais feitas de orelhões em 1.724 municípios nos estados de Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná e Sergipe até 30 de outubro por causa da qualidade dos serviços. Isto porque eles estão indisponíveis para o uso ou com problemas. E em 296 cidades o prazo é maior ainda, vai até 31 de dezembro deste ano, por causa da densidade, nesses locais não está sendo cumprida a exigência de quatro aparelhos para cada 1.000 habitantes como determina a legislação.
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Existem também 446 municípios em que a situação é pior ainda, enfrentam os dois problemas. As ligações locais não poderão ser cobradas também até o final do ano.
No Rio de Janeiro o problema da densidade atinge apenas o município de Belford Roxo. Outros 20 estados também registraram falta de aparelhos. A medida atingirá cerca de 29% da população do país, segundo a Anatel.
Para fazer as ligações gratuitas, bastará o usuário tirar o telefone do ganho e fazer a ligação ou poderá usar o cartão, mas o crédito não será consumidor.
Oi terá um prazo para adaptar os telefones públicos a fazerem as ligações gratuitas. Até o próximo dia 30, em cerca de 90% deles deverá aceitar este tipo de chamada, e até o dia 30 de setembro em todos eles.
O superintendente de Universalização da Anatel, José Gonçalves Neto, disse que a grande maioria das programações são feitas nas centrais telefônicas, mas ainda existem orelhões que precisam ser adaptados caso a caso.
Ainda nesta semana, relatório da Anatel indicou que a operadora pode ter as vendas de serviços de banda larga suspendidas devido à suposta prática de comercialização casada. Venda casada, segundo o Código de Defesa do Consumidor, é quando a comercialização de um produto ou serviço está condicionada ao fornecimento de outro produto ou serviço. A prática é proibida.
Também devido à má qualidade dos serviços, a agência determinou, no último mês, a suspensão da venda de chips das operadoras de telefonia celular, Claro, a TIM e a Oi. Após a entrega de planos de ação para melhoria da prestação de serviços, a Anate


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/anatel-proibe-oi-de-cobrar-por-ligacoes-de-orelhoes-em-2020-municipios-5886068#ixzz24Yb67Gwg

Em busca do apoio do pastor

Em busca do apoio do pastor


Malafaia: dois pesos e duas medidas

Walter Feldman procurou Silas Malafaia para conseguir o apoio do pastor para a candidatura de José Serra. Ouviu um "não" redondo.

Malafaia só entrará na campanha de São Paulo no segundo turno. Já decidiu, contudo, que combaterá Fernando Haddad, por causa do "kit gay".

Em Curitiba, será diferente: fará campanha por Ratinho Jr. já no primeiro turno.
Por Lauro Jardim -  6:32 \ Eleições 2012

Tags: Fernando Haddad, José Serra, Ratinho Jr, Silas Malafaia, Walter Feldman

Esta senhora e uma das unicas punidas no escandalo do mensalao

Pensem nesta vergonha, senhoras ministras e senhores ministros do Supremo: até agora, esta inocente é a única punida do mensalão!

Vocês têm de espalhar na rede a história desta mulher porque ela é a evidência viva do modo como "eles" operam. Ela se negou a endossar a roubalheira dos mensaleiros no Banco do Brasil. Sabem o que aconteceu? Perdeu o emprego, não consegue mais trabalho e já foi ameaçada de morte três vezes. Leiam a reportagem de Gustavo Ribeiro e Hugo Marques na VEJA desta semana.


Danevita: ela fez a coisa certa e, por isso, perdeu o emprego e recebeu três ameaças de morte

A publicitária Danevita Magalhães não ajudou a desviar recursos públicos, como fez o PT e seus dirigentes, não fraudou empréstimos bancários, como o empresário Marcos Valério, nem sacou dinheiro sujo na boca do caixa de um banco, como fizeram os políticos. Sua situação, porém, é bem pior que a de muitos deles. Ex-gerente do Núcleo de Mídia do Banco do Brasil, Danevita foi demitida por se recusar a assinar documentos que dariam ares de autenticidade a uma fraude milionária.

Depois de prestar um dos mais contundentes depoimentos do processo — desconstruindo a principal tese da defesa, de que não houve dinheiro público no esquema —, Danevita passou a sofrer ameaças de morte e não conseguiu mais arrumar emprego. A mulher que enfrentou os mensaleiros cumpre uma pena pesada desde que contou o que sabia, há sete anos. Rejeitada pelos antigos companheiros petistas, vive da caridade de amigos e familiares, sofre de depressão e pensa em deixar o Brasil. Só não fez isso ainda por falta de dinheiro.

O testemunho da publicitária foi invocado várias vezes no corpo da sentença dos dois ministros que votaram na semana passada. Entre 1997 e 2004, Danevita comandou o setor do Banco do Brasil responsável pelo pagamento das agências de publicidade que fazem a propaganda da instituição. Sua carreira foi destruída quando ela se negou a autorizar uma ordem de pagamento de 60 milhões de reais à DNA Propaganda, do empresário Marcos Valério. O motivo era elementar: o serviço não foi e nem seria realizado. Mais que isso: o dinheiro, antes de ser oficialmente liberado, já estava nas contas da DNA, o que contrariava frontalmente o procedimento do banco. Ela, portanto, negou-se a ser cúmplice da falcatrua. Em depoimento à Justiça, Danevita contou ainda que ouviu de um dos diretores da DNA que a cam­panha contratada jamais seria realiza­da. "Como não assinei, fui demitida", lembra.

Depois disso, ela não conse­guiu mais arrumar emprego e perdeu tudo o que tinha. Saiu de um padrão confortável de vida — incluindo um salário de 15000 reais, carro do ano e viagens frequentes — para depender da boa vontade de amigos e morar na casa da filha, que a sustenta. "Estou sofrendo as consequências desse esquema até hoje. O pior é que eu não participei de nada. Você deveria falar com Dirceu, Lula…", disse.

Danevita hoje vive reclusa na casa da filha e evita conversar sobre o mensalão. Ela conta que sofreu três ameaças de morte. Sempre telefonemas anônimos, pressionando-a para mudar suas alegações às autoridades. Seu desespero é tamanho que, em entrevista a VEJA, ela pediu para não ser mais procurada: "Peço que me deixem em paz. Eu não tenho mais nada a perder", disse. Danevita credita aos envolvidos no esquema — e prejudicados pelo teor do seu testemunho — as dificuldades que tem encontrado no mercado de trabalho. Apesar de um currículo que inclui altos cargos em empresas multinacionais, ela conseguiu apenas pequenos serviços. A publicitária não tem dúvida de que os mensaleiros a prejudicam, mas não cita nomes. "Fico muito magoada com isso. Já perdi meu dinheiro e minha dignidade", desabafa. Ela não acredita que o Supremo Tribunal Federal vá punir os mensaleiros.

Situação parecida vive o advogado Joel Santos Filho. Ele foi o autor da gravação do vídeo no qual o ex-diretor dos Correios Maurício Marinho aparece recebendo propina e contando como funcionava o esquema de arrecadação do PTB. A reportagem, publicada por VEJA em maio de 2005, está na gênese do escândalo. Foi a partir dela que o presidente do PTB, deputado Roberto Jefferson, revelou a existência do mensalão. Joel conta que foi chamado por um amigo empresário, que tinha os interesses comerciais prejudicados nos Correios, para colher provas de que lá funcionava um esquema de extorsão. Pelo trabalho de filmagem, não ganhou nada e ainda perdeu o que tinha. Durante as investigações do mensalão, Joel teve documentos e computadores apreendidos — e nunca devolvidos. Apesar de não ter sido acusado de nada, foi preso por cinco dias e ameaçado na cadeia: "Fui abordado por outro preso, que disse saber onde minha família morava e minhas filhas estudavam. Ele me alertou: 'Pense no que vai falar, você pode ter problemas lá fora". Joel sustenta sua família hoje por meio de bicos. "Fiquei marcado de uma forma muito negativa", lamenta.
Por Reinaldo Azevedo - 26/08/2012 - às 5:01

Tags: Danevita Magalhães, Mensalão

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Deus promete enviar um Anjo

Eis que eu envio um Anjo diante de ti, para que te guarde neste caminho e te leve ao lugar que te tenho aparelhado.
Guarda-te diante dele, e ouve a sua voz, e não o provoques à ira; porque não perdoará a vossa rebelião; porque o meu nome está nele.
Mas, se diligentemente ouvires a sua voz e fizeres tudo o que eu disser, então, serei inimigo dos teus inimigos e adversário dos teus adversários.
Porque o meu Anjo irá diante de ti e te levará aos amorreus, e aos heteus, e aos ferezeus, e aos cananeus, e aos heveus, e aos jebuseus; e eu os destruirei.
Não te inclinarás diante dos seus deuses, nem os servirás, nem farás conforme as suas obras; antes, os destruirás totalmente e quebrarás de todo as suas estátuas.
E servireis ao SENHOR, vosso Deus, e ele abençoará o vosso pão e a vossa água; e eu tirarei do meio de ti as enfermidades.
Não haverá alguma que aborte, nem estéril na tua terra; o número dos teus dias cumprirei.
Enviarei do meu terror diante de ti, desconcertando a todo o povo aonde entrares, e farei que todos os teus inimigos te virem as costas.
Também enviarei vespões diante de ti, que lancem fora os heveus, os cananeus e os heteus de diante de ti.
Num só ano os não lançarei fora diante de ti, para que a terra se não torne em deserto, e as feras do campo se não multipliquem contra ti.
Pouco a pouco os lançarei de diante de ti, até que sejas multiplicado e possuas a terra por herança.
E porei os teus termos desde o mar Vermelho até ao mar dos filisteus, e desde o deserto até ao rio; porque darei nas tuas mãos os moradores da terra, para que os lances fora de diante de ti.
Não farás concerto algum com eles ou com os seus deuses.
Na tua terra não habitarão, para que não te façam pecar contra mim; se servires aos seus deuses, certamente será um laço para ti. (Ex 23:20-33)